segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

Sem mais, inerte.


Creio agora no concreto. Nada de abstracionismo. De incerto, já basta meu ego e minha plenitude, que confronta diretamente com o senso também abstrato. Nada pleno, nem de convicto, apenas acasualmente se define. Creio agora nas possíveis formas de estado premeditado, e nao mais na vulnerabildade da mudança momentania que tanto move montanhas para caminhar lado a lado com a monotomia contínua.
Em fim, ao menos estou pronto para ser esbofetado novamente, definitivamente, nada mais pode me assustar. Que venha tudo, humano ou nao, nao serei eu a pedir arrego. Enquanto anseio de maos atadas, estou protegido pelas leis da física. Inerete, sou inofensivo. Inerte, aguardo ao mundo um novo ideal para seguir, já que o mesmo antes foi brevemente alvoaçado.
Nao pretendo inertir por mais tempo, principalmente pelo novo lar que me aguarda, nem tao hostil, e nem tao doce quanto o que quase todos esperam desfrutar, mas simplesmente entitulado como meu. Já faz toda a diferança.
E como eu espero que faça. E dessa vez, a incerteza e o acaso nao podem comigo.
Nao dessa vez.

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