
Ontem, eu era. De repente, toda minha gana contínua do saber, deu lugar ao comôdo senso de saciadade famita. Nostálgicos, os dias não prometem muito à minha falta de postura pela covardia que me apontará a menos de poucas horas atrás. Inseguro, caminho firme sedento de algo a que me segurar, mas livre sobretudo para mudar aonde e a quem julgar ser um porto seguro.
O que me consome, não é o monótono martírio do comodismo, mas sim a falta total de prespectiva de busca, que normalmente se considera um "objetivo".
Talvez seja minha a culpa, e provavelmente seja mesmo.
Caminho ao lado da acasualidade, esta que sempre me surpreende de forma sempre também curiosa, hora sim, hora não, sempre essa quebra o gelo quente do dia a dia. Não se trata de quantas vezes se é bofetado, mas sim de quantas vezes se põe a cara a tapa. E isso já sou quase um mestre nessa arte.
Do mais, desejo a todos, o mesmo. Desejo um simples momento de auto- reflexão.
Não desejando algo ruim, mas que dure um dia, tempo suficiente para revermos aquilo que realmente esperamos quanto ao que a vida nos aguarda.
E sinceramente, ainda não cheguei a conclusão.

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